
Equipe Focus
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A vacina produzida pela Universidade de Oxford, em parceria com o laboratório AstraZeneca, tem causado uma reação em cadeia em diversos países que utilizam o imunizante em seus planos de vacinação.
Isso porque o produto desenvolvido pela universidade e pela empresa estaria causando a formação de coágulos sanguíneos em pessoas que receberam doses da vacina.
De acordo com o diretor do grupo de vacinas de Oxford, Andrew Pollard, há provas “tranquilizadoras” de que não houve aumento de casos de trombose no Reino Unido. A nação foi o que mais aplicou o imunizante em sua população.
“É absolutamente essencial que não tenhamos o problema de não vacinar as pessoas e correr um risco enorme, um risco conhecido de COVID, em comparação com o que os dados que obtivemos dos reguladores mostram até agora: nenhum sinal de problema”, destacou Pollard, em entrevista à Rádio 4 da BBC. As informações são da UOL.
A própria AstraZeneca divulgou nota informando que os 15 casos de trombose venosa profunda, além de outros 22 de embolia pulmonar em pacientes que receberam o imunizante representam um número “muito menor do que seria esperado que ocorresse naturalmente em uma população geral”.
Países como Noruega, Dinamarca, Itália e Holanda já suspenderam a aplicação da vacina em seus habitantes. As autoridades de saúde da Irlanda também recomendaram a suspensão do imunizante.






