
Equipe Focus
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O pré-candidato a governador Capitão Wagner (UB) não retribuiu o gesto de apoio que recebeu do presidente durante a Marcha para Jesus em Fortaleza no último sábado, 16. Ainda que Wagner usasse a blusa com a frase “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, ele não recebeu o presidente no Aeroporto Velho, não participou da motociata e ficou do lado oposto ao de Bolsonaro no palco do evento. Ele cumprimentou o presidente somente no final do encontro.
Além disso, segundo o Jornal O Povo, o deputado não fez qualquer publicação ou menção ao presidente em seus perfis nas redes sociais. O que se tem apurado é que Wagner publicou 20 stories do Instagram e nenhum com o presidente. Bolsonaro, por outro lado, apoiou Capitão.
“Meu amigo, com muita honra, Capitão Wagner. Se o Brasil tem problema, chama o Capitão. Se o Ceará tem problemas, chama o Capitão”, enfatizou o presidente, em um dos momentos mais repercutidos do evento.
Acilon Gonçalves, presidente do PL no Ceará e prefeito de Eusébio, por outro lado, disse ontem, domingo, 17, que uma aliança com o União Brasil, do pré-candidato Capitão Wagner, depende de uma vontade recíproca de apoio de Wagner ao presidente Bolsonaro para ser firmada.
Caso o acordo seja descartado, Acilon já estuda lançar o ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos. As informações são do Jornal Diário do Nordeste.
Essa ausência de Bolsonaro em publicações de Capitão Wagner, como foi noticiado no Focus.Jor, segue o plano do candidato da oposição em evitar sua imagem direta com o presidente. Apesar de conseguir reunir quantidade numerosa de apoiadores, o presidente segue mal avaliado em estados da região Nordeste, ficando em segundo lugar em grande parte das pesquisas.







