O Banco Central (BC) estuda conectar o Pix a sistemas de pagamentos de outros países e a mecanismos multilaterais de transferências instantâneas. A medida pode reduzir custos e permitir transações internacionais com recursos disponibilizados em moeda local em poucos
O Pix começou como uma inovação do Banco Central. Em menos de seis anos, transformou-se em algo maior: entrou na vida econômica do brasileiro e virou um patrimônio digital do País. É o que mostra reportagem do Estadão. Veja